segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Palmas para dar ibope.

Sabe, tem uma hora na nossa vida que não aguentamos mais a idéia de fazer alguma coisa só pra ver o quanto de ibope isso teria. Infelizmente, ou felizmente se você tiver um péssimo senso de humor, eu já fiz muito disso.
Quem nunca se sentiu tentado em forjar seu velório só pra saber quantas pessoas teria? Ou já chorou em público pra contar quantas pessoas viriam te abraçar? Se você é humano, então você já fez e/ou pensou nisso tudo.
O que me intriga é que existem algumas pessoas no mundo que continuam pensando ou fazendo esse tipo de coisa e seilá, parece que não é mais hora pra isso. Isso me parece algo que fazemos no auge daquela fase magnífica que todos passamos chamada adolescencia.
Ok, não sou uma tiazona de 50 anos, mas creio que sou uma tiazona de 18 e isso faz com que a palavra ibope tenha um novo significado na minha vida; significa escrotisse - com o perdão da palavra.
Eu acredito MUITO que pessoas mudam o mundo e ibope não se enquadra nessa minha "fé", digamos assim. Ibope é algo absolutamente egocêntrico e o mundo não precisa de mais ego do que já existe, vai por mim. Mas, por algum motivo essa palavra anda indo e vindo na minha cabeça, dia e noite. Acho que é porque eu mesma, por alguns dias atrás, me peguei tentando obter ibope em cima de várias situações e isso me aterrorizou. Muitas vezes eu posto umas coisas estranhas no meu twitter mas é só pqê eu sou assim e eu gosto, outras vezes eu posto alguns pensamentos e fico esperando pra ver se alguém deu RT e depois que cai a ficha eu percebo o qto isso é inútil; ou então eu posto uma indireta e fico clicando f5 pra ver se alguém vai prolongar aquele momento de ignorância.
O meu ponto é, todos nós estamos expostos a sermos egocêntricos uma vez na vida (ou muitas) mas o que diferencia os egocêntricos espermatozóides andantes é a forma como você lida com isso. Existem aqueles que o ibope se tornou algo mais valioso do que o oxigênio, existem alguns que desprezam o ibope de uma maneira tão precisa que assusta e existem aqueles que sabem ou pelo menos tentam equilibrar uma coisa e outra.

Tentem achar o equilibrio para seu ibope e te garanto que tudo vai ser mais tranquilo, e provavelmente certificará algunas pessoas no seu velório.. Não é fácil achar o equilibrio disso e talvez demore, mas não importa. Continue buscando e um dia todos chegaremos lá.

@annaprmaia

título por Ednardo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Nada além de peças espalhadas num tabuleiro.

Não sei quantos de vocês já viram ou jogaram o jogo Taipei do Windows 98. Bom, no Windows 7 esse jogo se chama Mahjong Titans e eu sempre fui louca por esse jogo, desde criança quando via meu pai jogando. A regra do jogo é combinar as peças idênticas até não restar peça nenhuma no tabuleiro. Acontece que às vezes não existem combinações possíveis e ai você perde. A sua única saída é apertar Alt+f4 pra fechar ou f2 pra começar de novo. E hoje, eu joguei pela primeira vez esse jogo no W7 e ele é muito mais difícil do que o Taipei do W98. Geralmente eu demoro uns 90 segundos pra terminar o taipei, se não acontecer de não ter combinações. E no Mahjong eu demorei 562 segundos e falhei pois não tinha mais combinações possíveis.
A minha pergunta é: O que acontece com as peças que não conseguem atingir seus respectivos pares? Será que isso não é um pouco injusto, algumas peças terem um 'final feliz' e outras serem forçadas a se sujeitar ao 'final infeliz'?
Algumas vezes aparecem mais de um par para a mesma peça e o jogo fica ímpar, dependendo do caso. Como isso pode ser possível? Como deveríamos saber qual é o melhor par praquela peça se não experimentarmos os outros? E se pudéssemos experimentar todos, será que ainda assim escolheríamos o melhor par?
São perguntas estranhas e muitas delas não tem resposta, pelo menos eu não achei uma resposta válida pra elas. A única resposta que eu achei depois de muito tempo pensando foi: - talvez dependa de quem está no comando.
Que resposta incerta pra tanto tempo de reflexão!
Talvez, um dia, você encontre seu par e se sujeite a clicar em 'desfazer' para experimentar como seria com o outro par que de repente apareceu no jogo e se tudo der errado no fim, não há mais ninguém que você possa culpar por isso a não ser você mesmo.
Talvez você teve o seu par e abriu mão dele pra tentar achar você mesma e nesse tempo de auto-busca, aquele seu par achou outra peça. E agora? Você se achou mais não achou ele. Talvez aquela outra peça seja o par ideal pra ele ou, talvez, ele só esteja experimentando as outras peças.
Talvez você seja o par esquecido das outras duas situações acima e esteja esperando que seu par volte das aventuras em que entrou ou talvez você tenha se arriscado com outro par.
É assim que a vida segue. Somos as peças distribuídas em um tabuleiro esperando pelo nosso par e, em alguns casos, seremos as peças desacompanhadas esperando pelo "game over".
Isso é um motivo para desespero? De jeito nenhum, a não ser que você queira. Afinal, às vezes o jogo acaba com você ganhando.


@annaprmaia

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

É culpa sua... ounão.

Todo mundo se pergunta porque algumas coisas acontecem ou porque algumas pessoas simplismente não são mais as mesmas com você e isso sempre foi algo que me deixou absurdamente encafifada. Será que todo mundo está contra você ou é você que está contra o mundo? São as pessoas que estão com problemas ou é você que não sabe ser normal?
É muito fácil culpar os outros por uma coisa que é só culpa sua. É aconchegante dizer que você é uma vítima quando na verdade é o seu jeito que anda incomodando as pessoas. Chega ser até pomposo você fazer tudo pra alguém se sair culpado numa história em que o protagonista e inventor do drama é só você.
A verdade é que a gente nunca quando tudo isso vai acontecer e nem com quem, porque eu acho que se a gente soubesse, nós evitaríamos - ounão.
Ultimamente tem acontecido muita coisa comigo e na maioria das vezes eu culpo alguém por isso. Ou são meus pais com sua educação falha que me obrigou a amadurecer cedo, ou são meus amigos que um dia me deixaram, ou é alguma mágoa do passado, ou é o imprevisto de não ter dinheiro... É sempre alguém e/ou algo e nunca sou eu. O cúmulo do egocentrismo, não?!
Pare e pense em uma coisa se você está se identificando com o post: "Outras pessoas raramente são culpadas pelo o que acontece com você."
Quando eu pensei nisso, tudo tomou um significado diferente, sabe?! Não estou dizendo que TUDO o que acontece com você é culpa sua, porque talvez não seja. Estou dizendo que é sempre bom balancear seus atos e refletir neles.
Se hoje você se arrepende por alguma coisa que está acontecendo, pense no que você fez no passado para desencadear nisso e tente mudar, se possível. Se você se arrepende e, depois de refletir, sabe que a culpa não é sua, converse com a pessoa e tente mudar, se possível.
O meu conselho é simples: Tome partido, tome as dores e tome a culpa das coisas que você faz. Pense antes de fazer e/ou falar pois são raras as coisas que se podem mudar no mundo.

"Um homem inteligente aprende com seus próprios erros mas um homem sábio aprende com os erros dos outros" e eu espero que vocês sejam sábios e aprendam com os meus erros. É isso.

@annaprmaia

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

We were the kings and queens, but what are we now?

Eu tava conversando com a Raquel (do cursinho) hoje sobre um monte de coisa. No decorrer da conversa, nós falamos sobre a Ditadura Militar e falamos em como a Ditadura deu uma sede de mudança nas pessoas que viveram ela; deu um desconforto para os músicos e jornalistas que lutavam contra tudo isso. Mas ai a gente pensou e chegamos as seguintes perguntas: "onde está essa sede? onde estão essas pessoas? se acomodaram com a suposta liberdade que está acabando com todos e não querem mais lutar contra isso?"
Cheguei a comentar sobre o Gilberto Gil. Para os leigos, ele era um músico desses doidões na ditadura, apanhou pra caramba mas só descançou quando tudo acabou. Hoje em dia, ele é um dos melhores músicos da MPB mas ele se esqueceu dessa época de luta. Digo isso pelo fato de ele ser um "companheiro" do nosso ilustríssimo Sr. Presidente Lula, esse que se diz fã de Fidel Castro que por sua vez é um ditador. O que me levou a pensar que, indiretamente o exemplo de lutador que Gil era virou só mais um que apoia a opressão.
Nisso, eu tava pensando em algum plano pra começar meus sonhos antes mesmo de conseguir chegar no começo deles. É, é confuso, eu sei... mas eu sou assim. E agora pouco estava tocando uma música que diz que nós éramos os reis e rainhas da promessa e que nós roubamos nossas novas vidas em defesa dos nossos sonhos. E isso é complicado.
Nossos sonhos, em grande maioria puro egoísmo e individualismo, não se encaixa na era pós-ditadura em que nós vivemos. Eu tenho pra mim que nossos pais e avós viram na gente uma nova geração; uma geração melhor do que eles e que não deixaria o mundo se perder e, ao contrário disso, nós deixamos a luta pra trás pra podermos nos satisfazer com coisas desnecessárias. Nós nos acomodamos em nossas vidas fúteis e não queremos abrir mão disso por nada. Estamos sempre jogando as coisas importante pra depois pqe antes nós temos que sair e se divertir.
Nisso, eu me lembrei de uma conversa com meu namorado quando ele citou uma frase do filme que eu não me lembro: "A humanidade só muda pela catástrofe".
Pense nessa frase e se pergunte se é isso que você quer pra sua vida. É mesmo melhor deixar tudo ser consumido pelo comodismo ou é melhor se tocar de que algo está errado e se levantar e tentar achar uma solução?

@annaprmaia

Ah, pra quem quiser ouvir, essas são as músicas que inspiraram meus pensamentos hoje:

We weren't born to follow - Bon Jovi
Kings and queens - 30 seconds to mars

Gostou, odiou, quer elogiar ou quer xingar? Comentários estão ai :)

27/06/2010 - Para sempre Alice.

Eu estava lendo um livro que se chama "Para sempre Alice" e ele fala sobre uma mulher que descobre que tem o mal de Alzheimer e no livro eu aprendi que o Alzheimer nada mais é que a morte dos seus neurônios o que provoca a perda de memória. Nisso, eu consegui entrar em nostalgia e fazer esse post.

Pra começar o drama total, eu lembrei de todos os meus amigos do fake que se deletaram mas principalmente três deles: Peter, Gatin e Edú. Eu cheguei a conclusão de que nós, pessoas que já tiveram um fake e se apegaram nele, sofremos muito mais com os amigos dlt pelo fato de isso ser similar a morte. Felizmente, eu nunca perdi ninguém pra morte real... mas eu imagino que qdo a morte vir pra algum amado, o sentimento vai ser bem parecido. Parece que você vai sempre esperar um 'oi' daquela pessoa, mesmo sabendo que ela não volta mais. Eu pelo menos sempre entro na Stti pra ver se eu recebi algum sinal de que eles estão bem, mesmo sabendo que eu não vou receber esse sinal. As vezes eu me pego abrindo a maldita pasta chamada "Os meus registros" e fico lá horas lendo e relendo tudo o que eu vivi do lado desses três; me pego lembrando qtas vezes minha familia me olhou torto pelos ataques de riso que eu tinha na frente do pc, ou os ataques de choro; me pego imaginando como seria se eu morasse do lado deles ou se um dia eu vou conseguir rodar esse Brasil pra poder ver o sorriso de cada um dos meus meninos. É estranho pensar em tudo isso pqe dói. Lembrar dos bons tempos e perceber que o tempo não volta e que nada vai mudar a 'morte' deles é torturante. Mas ai, dá pra achar um consolo e é nisso que entra a outra parte do post: Enquanto eu tiver eles na minha memória, o dia vai sempre ser melhor. Enquanto meus neurônios forem saudáveis o suficiente pra poder me dar o prazer de sorrir ao lembrar de como eu fui feliz com eles, os meus dias vão ter algum sentido.
E qual é o sentido desse texto? Não sei também, como eu nunca sei o sentido de nada. Talvez eu só tenha conseguido fazer a Fer e a chorar, talvez eu tenha conseguido fazer com que elas sintam menos dor ao lembrar dos amigos que elas tbem perderam com o fake, talvez eu tenha escrito só pra desabafar ou talvez eu tenha feito você pensar nos seus amigos.
Eu tenho pensado bastante nos meus, do passado e do presente, e isso me ajuda bastante a ser eternamente grata por cada vida que passou pela minha e por cada uma que continua do meu lado. Me ajuda a ver como eu deveria ter aproveitado mais o tempo que eu tive com os que se foram e, principalmente, me ajuda a ver como eu devo aproveitar o precioso tempo que eu tenho com eles agora.
O tempo voa, não volta e não muda.. então, saiba como fazer um bom uso do seu :)

@annaprmaia

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Young Forever - Jay Z feat. Mr. Hudson

Terça-feira, dia 29 de junho, eu conversei com o Saulo (amigo de cursinho) sobre ajudar as pessoas, o planeta, conscientização da massa e depois eu assisti o "This is it". O filme nos mostra como ele (Michael Jackson) se preocupava com tudo isso antes de morrer. Ele foi um dos artistas que mais ajudou as lutas contra o estrago do meio ambiente e contra o preconceito de raças, e como se só isso não bastasse, ele encorajava as pessoas a ajudar os outros não importa quem ou onde, e isso faz dele um exemplo de vida. Se cada ser humano no mundo pensasse em ajudar quem está do seu lado ao invés de se acustumar com a idéia de que a desgraça existe e não vai mudar, o mundo seria tão melhor. Eu digo isso pq eu pensava assim. Durante minha época revoltada da vida, eu achava que todo mundo tinha que se preocupar consigo mesmo e o resto deixa que a ONU faz. Graças a Deus eu não penso mais assim, e me toquei que se a mudança não começar com a gente, nada vai mudar. Me toquei que uma andorinha só não faz verão mas uma ajudando a outra e essa outra ajudando a uma faz uma baita diferença no mundo que a gente vive. Claro que seria muito melhor se os poderosos não ligassem para a ganância e usassem o dinheiro deles pra algo menos fútil, mas quem precisa dos poderosos quando se tem a juventude? Ai entra a música que, traduzida, se chama "Pra sempre jovem" e no começo dela o Mr. Hudson canta 'nós não temos o poder mas nós nunca dizemos nunca' e me fez pensar em quanto tempo da minha juventude eu perdi sendo egoísta e fútil, acomodada com meu fake e com a minha vidinha na média, enquanto as pessoas desafortunadas da minha cidade iam afundando mais ainda na solidão. Ainda estou nova, tenho só 17 anos... mas me arrependo de não ter me ligado nisso tudo antes. O que eu to tentando dizer é que a gente tem tudo ao nosso favor pra mudar a situação das pessoas; temos a juventude, temos energia de sobra pra animar quem está desanimado, temos o humor pra fazer sorrir quem só sabe chorar, temos ouvidos pra ouvir quem tem uma vida de sofrimentos trancada dentro na mente, temos boca pra conversar com quem não tem mais ninguém, temos pernas pra andar até quem precisa, temos braços pra abraçar quem está carente e poxa... temos tempo. Por mais curto que esse seja, nós temos tempo de levar a alegria e amor pro mundo.
Não estou escrevendo pra provocar um desconforto temporário em vocês. Eu escrevo pro desconforto ser permanente e pra que só acabe quando você sentir que seu papel no mundo está concluído. Não estou te convocando pra um trabalho impossível. Estou te convocando pra melhorar a vida de pessoas ao seu redor. Não é necessário uma viagem pra Serra Leoa, e sim uma viagem até a casa daquela sua amiga que estava chorando no telefone fazendo de tudo pra que você não ouvisse o medo na voz dela.
Eu não passo meus dias inteiros visitando lares carentes ou coisa do tipo, mas eu vou começar a pelo menos passar horas inteiras nesses projetos. Alguém se voluntaria a ser minha companhia? :)

terça-feira, 22 de junho de 2010

Amigo estou aqui :)


Acabei de assistir "Toy Story 3" e não podia deixar isso passar em branco. Faz um bom tempo que eu queria fazer um post em homenagem aos meus amigos e eu nunca sabia o que escrever, mas ai eu me inspirei.

Na minha humilde opinião, não existe história melhor pra explicar o que é a amizade do que Toy Story, mesmo o 1 ou o 2, e quem já assistiu sabe do que eu estou falando. Eu acho simplismente magnífico a maneira como o Woody e o Buz de unem depois de tantas divergências, ou como todos os primeiros brinquedos são unidos e sempre incluindo os novos na família e, principalmente, como todos eles são fiéis uns aos outros em qualquer circunstância e qualquer dificuldade. Sendo assim, eu pensei muito nos meus amigos durante o filme. Tenho amigos desde sempre - literalmente - que eu conheço a uns 13 anos, tenho amigos virtuais que eu nem conheço mais que completam minha vida como qq outro e alguns desses que desapareceram sem deixar pistas, tenho amigos distantes que me suportam mesmo longe e que qdo eu encontro não consigo parar de sorrir, tenho amigos que conviveram 24h por dia do meu lado e alguns que ainda convivem, tenho amigos que não são mais amigos e tenho os que eu acabei de conhecer mais que tem o mesmo valor que todos os outros e pra todos esses amigos eu só tenho uma coisa pra dizer: eu estou aqui. Como sempre estive, eu sempre vou estar. Em qualquer situação, em qualquer hora, em qualquer lugar, por qualquer meio de comunicação. Farei por vocês tudo o que estiver ao meu alcance e mais um pouco, já que pra mim vocês são muito mais do que eu realmente mereço e pq vocês estão sempre comigo desse mesmo jeito. Obrigada por cada coisinha mínima que vocês passaram cmg e por todo o suporte que vocês me dão e me deram que, com certeza, fez com que a minha vida ficasse muito melhor.

Para os de longe: eu sinto falta de vocês todos os dias, mas o sentimento é maior *-*

Para os de perto: até o próximo dia que a gente se ver pra eu poder enxer mais um pouquinho cada um de vocês \o/




terça-feira, 15 de junho de 2010

Uma vez...

alguém me disse que quando a gente pensa só com a razão nós nos tornamos frios e calculistas e que quando pensamos só com o sentimento nos tornamos sensíveis e vulneráveis. Não lembro quem me disse isso, se li em algum lugar ou se foi mais um fruto complexo e desconhecido da minha mente; mas existe uma falha ai.
Eu acredito que tudo na vida deve ser equilibrado então me digam: onde está o equilíbrio dessa frase se o autor da mesma só nos dá duas opções radicais e sem volta? Talvez nós possamos mesclar sozinhos em nossa mente as duas formas de pensamento, como exemplo: podemos ser frios no trabalho e sensíveis no amor; mas ser frio no trabalho pode ser sinônimo de demissão e sensibilidade no amor é, definitivamente, sinônimo de dor. Sendo assim, como devemos pensar? Como saberemos em que área devemos pensar com o sentimento ou com a razão? Como saber se estamos no caminho certo? Será que a dor simboliza o caminho errado e a alegria, o caminho certo? Mas não é a dor responsável por 90% do nosso aprendizado? Então como eu poderia pensar que dor é o caminho errado, levando em consideração que o caminho mais certo para o sucesso é o caminho do aprendizado?
São, exatamente, 03:18 da manhã e eu estou pensando em como terminar esse post dando respostas para as minhas perguntas e, infelizmente, eu não sei responder todas; mas vou responder uma.
Como saberemos em que área devemos pensar com o sentimento ou com a razão? Eu acredito que nós nunca saberemos. Nós sempre vamos achar um obstáculo que vai machucar, sempre vamos achar uma pessoa que nos fará sorrir como crianças vendo um pirulito gigante, sempre vamos ser indiferentes à algo e, na minha humilde opinião, tentar rotular nossos pensamentos e a maior burrice que podemos cometer. A vida é uma caixinha de surpresa, como disse alguém, e tentar prevê-la só trará mais confusão e desgraça.
Espero que me entendam. Não é algo fácil de se fazer, mas tentar me entender exercita o cérebro de vocês para decifrar loucuras inimagináveis.
Boa noite a todos que, provavelmente, estão dormindo e até o próximo post.


segunda-feira, 8 de março de 2010

idas e vindas do...

AMOR. olha só, que master. nada melhor do que começar uma segundafeira falando sobre o sentimento universal (decisão pra mim) mais sentido no mundo.
o título do post é o nome de um filme - que em inglês é Valentine's Day - e eu assisti ele sábado. VALE A PENA. quem não viu, vá ver. quem já viu, vá ver de novo e reflita mais em suas relações. homens, mulheres, casados, encalhados, adolescentes em crise, adolescentes desligados... é o típico filme que até minha/sua vó amaria; e me fez pensar na minha vida amorosa.
Nenhum passado emocionante - duvido que alguma adolescente tenha um passado amoroso lindo - mas eu aprendi muito com ele, pelo menos. ultimamente eu estava pensando em só me dar conta de vida romantica depois de alguns anos... talvez depois da faculdade. mas quem disse que isso é possível? qto mais você pensa em não pensar, mais ainda você pensa no que não quer pensar. confuso talvez, mas é a verdade. voltando a linha de raciocinio, eu estava assim... ignorando tudo e todos que me lembravam de amor, paixão e derivados... mas é inútil. agora, eu penso em tudo. numa relação futura, em como agir quando essa relação chegar, em como ser boa o suficiente pro meu par e principalmente, em como eu vou ter que mudar - e ele tbem, diga-se de passagem - para que tudo de certo e dure pra sempre. e se não for durar pra sempre, que dure por muito tempo.
O meu conselho é simples, e fácil - entre aspas:
  • Namorados: Se você ama a pessoa que está do seu lado, lute pra que dê certo
  • Solteiros: Não deixe de observar a pessoa que te alegra. Um melhoramigo talvez não seja só um melhoramigo, e se você esperar muito, talvez seja tarde demais.
  • Enrolados: Digo qse a mesma coisa que eu disse para namorados, mas mudo um pouco. Não adianta só um lado lutar e o outro se acomodar. Não adianta esperar que a pessoa se prenda a você se você não se mostra preso a ela.
Basicamente, é isso. tenham um bom dia; e pra quem está se perguntando: sim, eu estou amando de novo. (onwt, que milagre falar isso de novo *-*)

domingo, 7 de março de 2010

de volta ao blog (?)


então... voltei. estava morrendo de vontade de fazer um blog pra postar um monte de bosta de novo.. e agora, aqui estou eu *-* nem quero postar nada agora... pq estou morrendo de sono e com fome, mas amanhã é um novo dia, e talvez eu entre aqui pra dar mais opiniões sobre tudo e todos. ;*